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quarta-feira, 12 de maio de 2021

Vidas que cuidam de vidas: profissionais da Enfermagem são símbolo de força e amor



Fotos: Ascom HGCC/HM

 Muitos desafios têm sido impostos (e enfrentados) por todos durante a pandemia de Covid-19. Mas já parou para avaliar o impacto que a doença causa na vida de profissionais que atuam na linha de frente? A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), neste 12 de maio, Dia da Enfermagem, além de parabenizar e agradecer pelo trabalho desempenhado por enfermeiros e técnicos neste contexto, ouve aqueles que estão se doando para cuidar de quem mais precisa.


Reinvenção, desafio, força, cuidado e amor fazem parte do vocabulário desses profissionais para descrever a rotina de uma profissão tão importante. Maria Roselise Bezerra Saraiva, de 44 anos, enfermeira no Hospital Geral Dr. César Cals (HGCC), conta que trabalhar na linha de frente, apesar de desafiador, é prazeroso e faz com que todas as áreas da Enfermagem ressignifiquem as práticas diárias. “Ser enfermeira é uma escolha de vida. Durante a pandemia, passamos por grandes desafios, devido às restrições, à ausência da família junto aos pacientes. Fomos nos adequando de acordo com os protocolos e exigências. Tivemos que nos reinventar”, diz.

Enfermeira Maria Roselise Saraiva atua na linha de frente no combate à pandemia no HGCC

Enfermeira Hospital e Maternidade José Martiniano de Alencar (HMJMA), Sônia Barroso, de 63 anos, avalia a Enfermagem como uma área fundamental no cuidado e na assistência aos pacientes. “É o enfermeiro ou enfermeira que administra tudo do paciente durante a sua permanência no hospital. Do horário do banho, da medicação, ao chamado do psicólogo quando percebemos que necessitam de apoio. Sem o profissional da Enfermagem, o serviço não funciona”.

Cuidado e amor

O medo da contaminação pelo coronavírus, de transmitir a quem é próximo, ainda acompanha os profissionais. Mas conjugar diariamente o verbo cuidar e presenciar as altas hospitalares são o combustível que fortalece os profissionais a seguir em frente, como afirma o enfermeiro do Hospital Estadual Leonardo da Vinci (Helv), José Alan Almeida. “Foi um momento de receio quando recebemos essa missão, isso porque, no início, estávamos lidando com algo nunca visto. No entanto, nós, técnicos, enfermeiros, auxiliares e toda a equipe multiprofissional abraçamos a causa e estamos na linha de frente para oferecer o melhor cuidado ao paciente e, pra gente, é motivo de orgulho. O cuidar está sendo feito, e sendo feito da melhor forma”.

Berenice Ribeiro, técnica de enfermagem e enfermeira do Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart (HM), iniciou sua trajetória na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Respiratória pouco antes do início da pandemia. Para ela, que tem 51 anos, o momento tem um peso duplo. “Trabalho há 12 anos no hospital. Era técnica e me formei em Enfermagem há quatro anos. E, há um ano e meio, comecei a trabalhar na UTI Respiratória. É um grande desafio. Entrei com a pandemia, com lágrimas nos olhos, com medo, mas estou aqui atuando com amor. Tenho muito orgulho, com essa idade, ainda trabalhando”.

Assessoria de Comunicação da Sesa

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