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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Seduc reconhece e parabeniza a todos os diretores das escolas da rede pública estadual



 A construção de uma educação de qualidade depende da boa atuação conjunta de diversos profissionais. É a contribuição dedicada de cada um que faz com que o todo se sobressaia e os resultados positivos sejam alcançados. Mas, para isso acontecer, necessita-se de uma liderança consistente, que busque manter a coesão e a motivação do grupo. Este é o trabalho do diretor escolar, responsável por atribuições que vão muito além da eficiência no campo administrativo. Neste 12 de novembro, Dia do Diretor, a Secretaria da Educação (Seduc) parabeniza a todos aqueles que desempenham a nobre missão de conduzir comunidades escolares em direção a vitórias coletivas.


Ser gestor de uma unidade de ensino não é tarefa fácil, como pontua Regilberto Silva, diretor da Escola de Ensino Médio (EEM) João Barbosa Lima, em Itaiçaba, na área da Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação (Crede 10). “É um contexto que requer bom senso, liderança e responsabilidade”, observa.

Saber trabalhar com os potenciais de cada colaborador é uma das habilidades desejáveis a um diretor, de acordo com Regilberto. “Na escola, o gestor trata de várias dimensões, como a administrativo-financeira, a pedagógica e a comunitária. Essas dimensões devem dialogar entre si para que o trabalho de todos seja efetivado. Não adianta priorizar uma área e não cuidar das outras. É preciso ter visão holística do contexto para que cada envolvido seja um líder e execute, com responsabilidade e bom senso, os processos inerentes ao seu setor”, avalia.

Regilberto é formado em Letras e em Administrativa Pública. Apesar da formação em Administração, ele considera que a perspectiva pedagógica é essencial para a escola. “Todos os esforços das outras áreas devem ser convergidos para esta. Vejo nela a base da aprendizagem significativa dos alunos. Os envolvidos diretos no processo de ensino-aprendizagem (coordenadores, professores e alunos) se destacam nela. A escola não é o prédio, e sim, as pessoas”, salienta.

Para Regilberto, que é diretor desde 2018, o tempo de pandemia tem requerido atenção especial aos aspectos socioemocionais dos atores envolvidos. “Estamos vivendo num mundo muito complexo. Por isso, mais do que nunca, a gestão escolar precisa desenvolver bons vínculos com todos. Isso fortalecerá as decisões de forma colaborativa e democrática”, argumenta.

Orientação

Quelma Felício, professora de Química da rede pública estadual cearense desde 2010, assumiu a função de diretora da Escola de Ensino Médio em Tempo Integral (EEMTI) Prudêncio de Pinho, em Poranga, na Crede 13, em julho de 2013, quando a unidade ainda era de tempo regular. Cuidar, sobretudo, das pessoas, é a principal tarefa de um gestor, na visão de Quelma.

“Ser diretor é reunir, em uma única função, a capacidade de dirigir, planejar, organizar, mediar e liderar. É ser administrativo, sem deixar de ser pedagógico. É trabalhar para a construção de uma gestão democrática. Nosso trabalho pode ser comparado ao de um maestro, que segue a partitura e é responsável pela dinâmica da música. O diretor segue normas e cuida da dinâmica da escola”, ilustra.

Mesmo tendo em conta que a função é desafiadora, Quelma diz sentir-se gratificada por estar na gestão da EEMTI Prudêncio de Pinho. “Ser diretor no Ceará é contar com políticas educacionais que priorizam a formação integral do jovem cearense. Aqui, tenho a honra de trabalhar com uma equipe extraordinária de professores, alunos e funcionários”, destaca.

“Feliz dia do diretor para cada um dos meus colegas. Quero expressar a nossa saudade, enquanto Crede 13, pela nossa companheira diretora Paula Graziela Calixto Bezerra, que nos deixou no último dia 10 de novembro”, conclui Quelma.

Olhar sistêmico

Escolástica Lisboa, diretora da Escola Estadual de Educação Profissional (EEEP) Paulo Petrola, na região da Superintendência das Escolas Estaduais de Fortaleza (Sefor) 1, cita algumas das principais atribuições inerentes à função que desempenha.

“São duas das atividades com as quais mais me identifico, a coordenação do trabalho pedagógico e o estabelecimento de espaços de participação da comunidade. Coordenar o projeto pedagógico significa cuidar para que os diagnósticos de aprendizagem dos alunos sejam realizados em tempo hábil para planejar as atividades visando ao desenvolvimento das habilidades de aprendizagem de cada um. Estabelecer espaços de diálogo com a comunidade escolar consiste em garantir a participação de todos os segmentos no planejamento, realização e avaliação das ações, com foco na formação de vínculos e no acolhimento de todos”, explica.

“Na gestão da EEEP Paulo Petrola, tenho tido a oportunidade de conhecer um projeto valioso de escola pública desenvolvido pela Seduc. Os três cursos ofertados, integrados com o Ensino Médio, proporcionam, além da formação profissional, uma base sólida de conhecimentos necessários para a formação humana e integral dos estudantes”, enfatiza Escolástica, que é diretora da escola desde 2018.

Ascom Seduc

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