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sábado, 8 de fevereiro de 2020

Internet Segura: SSPDS orienta como se prevenir de fraudes em boletos e sistemas bancários




O uso de ferramentas criadas a partir do avanço da internet tem sido sinônimo de comodidade para a população, que hoje já não precisa sair do conforto de sua casa para efetuar transações bancárias. Cientes das vulnerabilidades existentes no ambiente virtual, criminosos se aproveitam de algumas vítimas para aplicar golpes. Por isso, nesta sexta-feira (7), a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) divulga o segundo texto informativo em alusão ao Dia da Internet Segura, que é comemorado neste mês de fevereiro. O tema de hoje são as fraudes em boletos e sistemas bancários.
Entre os malwares, está o denominado “Bolware”, que consiste em um vírus, instalado no computador da vítima, que atua na modificação das informações existentes no boleto bancário, como por exemplo, os dados de pagamento. Ou seja, quando a vítima gera o documento em um computador infectado, o vírus altera a linha digitável (código de barras) e o valor pago pela vítima é direcionado para conta de terceiros e não para o verdadeiro beneficiário.
“A Polícia Civil tem desenvolvido investigações acerca desse tipo de crime com o intuito de identificar os autores e coibir tais ações. A Delegacia de Defraudações e Falsificações já possui inquéritos instaurados, inclusive com conclusões relatadas, em que os indivíduos já foram denunciados pelo Ministério Publico Estadual. Infelizmente a prática ocorre no Brasil inteiro. Por isso, caso a vítima caia nesse golpe, a providência que ela tem que tomar é entrar em contato com a delegacia mais próxima da sua residência, registrar um Boletim de Ocorrência para que a Polícia Civil inicie as investigações”, explica o delegado titular da DDF, Eduardo Tomé.
Outro malware, que permite o acesso de criminosos às transações bancárias da vítima, é o conhecido por “Rat” (Remote Acess Trojan). O vírus assume o controle do computador, após a vítima clicar em anexos enviados por e-mail, links, programas ou aplicativos suspeitos. Ao executar o “Rat”, a vítima permite que o estelionatário acesse o dispositivo, bem como as credenciais, senhas do internet banking ou do aplicativo bancário, e com isso, os suspeitos se aproveitam para desviar dinheiro das vítimas.
O delegado titular da DDF ressalta ainda que a delegacia especializada e as demais unidades da Polícia Civil mantêm contato direto com o Departamento de Inteligência Policial (DIP) na elucidação desses crimes. “O DIP, por meio do Núcleo de Crimes Cibernéticos, auxilia as delegacias em suas investigações. Inclusive, no final do ano passado, conseguimos através de cursos ministrados pelo DIP, capacitar policiais civis aqui na DDF. Agora, estamos implementando o núcleo de inteligência da DDF para nos auxiliar nas investigações sobre esses casos”, explicou.

Orientações

Para evitar cair nessas fraudes, o usuário deve sempre manter o antivírus e sistema operacional de seus dispositivos eletrônicos atualizados; evitar abrir links suspeitos e anexos em e-mails desconhecidos; sempre observar todas as informações do boleto bancário. Caso surja alguma dúvida sobre a procedência das informações contidas no documento, a pessoa pode consultar os dados sobre a instituição financeira no site da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), no site http://www.buscabanco.org.br/.
No boleto bancário, o número da instituição financeira e os três primeiros caracteres do código de barras devem ser iguais, pois se tratam da identificação do banco. É importante destacar ainda que a linha digitável deve conter a agência, o código cedente e o valor do documento, no final. Essa informação independe do banco emissor do documento. Evite abrir anexos de e-mails de fontes suspeitas, e por último, o firewall deve estar sempre ativado e devidamente configurado.
Fonte: Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS)

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