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sexta-feira, 26 de março de 2021

Isolamento Social Rígido ajuda a estabilizar indicadores e será mantido no Ceará até 4 de abril

 


Com 4.646 leitos exclusivos, Estado superou em 60% o número de leitos da primeira onda da Covid

Após reunião virtual com o comitê formado por profissionais de Saúde, presidentes do Tribunal de Justiça e Assembleia Legislativa, e Ministério Público Estadual, Federal e do Trabalho, e a prefeitura de Fortaleza, o governador Camilo Santana utilizou as redes sociais para divulgar a renovação do decreto estadual em vigência por todo o Ceará. A medida mantém o isolamento social rígido até o próximo domingo (4). Participou também da transmissão ao vivo o secretário da Saúde, Dr. Cabeto.

“Vamos continuar com o isolamento social rígido no Ceará por mais uma semana, que completa três semanas em Fortaleza, e duas no resto do Estado. Essa medida mostra resultado e está trazendo o efeito que se buscava, que é reduzir a transmissão e o número de casos. Os números mostram que há essa tendência, porém ainda há muitas incertezas. Vamos aproveitar a Semana Santa e manter o isolamento social rígido até o domingo de Páscoa (4), para discutir ao longo da semana a possibilidade de previsão de retomada gradual das atividades não essenciais a partir do dia 5 de abril, se essa tendência de queda continuar. Por isso é muito importante que você cumpra esse isolamento durante toda essa semana”, ressaltou o governador.



Resultado do Isolamento Social Rígido

O Dr. Cabeto mostrou os números da pandemia, e o comparativo do antes e do depois das medidas de isolamento social no Ceará. O secretário informou que, na primeira onda, em abril e maio, o Ceará teve um pico e uma forma rápida de ascensão na transmissão. Em seguida se praticou o isolamento restrito no Estado, e com isso uma queda acentuada de casos em julho e agosto de 2020. Corta para outubro, quando os números voltaram a subir, e principalmente de janeiro para fevereiro de 2021, registrando um acréscimo de casos bem maior que na onda anterior. “Isso explica a preocupação atual do Estado em relação a sua situação epidemiológica. Nós aumentamos muito a capacidade de atendimento, quantitativa e qualitativa. Hoje temos muito mais casos, mas o nível de mortalidade está muito menor. Por isso, solicito que os cearenses apoiem as nossas medidas e decisões, pois são muitas pessoas nos hospitais, muita gente sofrendo, mas já temos o platô em vista, que é uma tendência de início de uma diminuição de casos”, alertou o secretário.

Daniel Herculano - Ascom Casa Civil - Texto
José Wagner, Carlos Gibaja e Tatiana Fortes - Fotos

Governo do Ceará 


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