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sábado, 4 de julho de 2020

Prevenção é essencial para evitar complicações de diabetes




O pé diabético é uma complicação do diabetes mal-controlado. O agravo causa a perda de sensibilidade nos membros inferiores e dificulta a percepção do surgimento de feridas e infecções, que, por conta do descontrole da taxa glicêmica, não cicatrizam. Por isso, o autocuidado e o exame diário dos pés deve se tornar um hábito na rotina de pessoa diabéticas.

“É bastante comum que a pessoa com diabetes não perceba um corte, calo ou outras alterações nos pés. Olhá-los diariamente é fundamental, já que devido à insensibilidade, muitas vezes a percepção do problema só acontece tardiamente, quando há presença de alguma ferida com secreção ou disfunção motora”, explica Marcela França, diretora clínica do Centro Integrado de Diabetes e Hipertensão (CIDH), da rede pública da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), do Governo do Ceará.

Além de fazer um autoexame nos pés, a pessoa com diabetes precisa adotar um estilo de vida saudável, que envolve uma dieta equilibrada e a prática de atividade física. É necessário, ainda, estar atento às taxas glicêmicas, manter o peso ideal, ir regularmente ao médico e tomar os medicamentos para evitar o agravamento do quadro. “O comprometimento e o conhecimento sobre a doença e suas complicações são fundamentais. É importante que o paciente se empodere”, ressalta Marcela.

A médica reforça ainda que, ao notar qualquer alteração nos pés, o paciente deve procurar um serviço de saúde especializado. “Retardar o início do tratamento pode causar problemas mais sérios e o avanço da doença pode levar à amputação”, enfatiza a médica.

Atenção aos sintomas

Nem todas as pessoas com diabetes irão adquirir o pé diabético, mas todos os diabéticos devem ficar atentos a qualquer alteração nos pés. “O autocuidado é fundamental. O tratamento do diabetes depende muito da consciência do portador. Portanto, o conhecimento evita problemas mais graves”, reforça a diretora.

A perda da sensibilidade nos pés, queimação nos pés e nas pernas, dormência e até fraqueza nas pernas, cãibras, ressecamento, inchaço e alterações nas unhas são alguns dos sinais de complicação.

Os sintomas geralmente pioram à noite, quando o paciente se deita, e melhoram durante o dia, conforme a pessoa se movimenta e faz suas atividades.

Serviço especializado

No CIDH há um ambulatório especializado para o atendimento dos pacientes com pé diabético. Casos de feridas, calos, ressecamento e lesões crônicas, como úlcera, são algumas complicações tratadas. O setor funciona de segunda a sexta-feira, das 7 às 16 horas.

Assessoria de Comunicação da Sesa
Repórter: Suzana Mont'Alverne
Artes gráficas: Francisco de Oliveira

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