Poeta de Jaguaruana escreve cordel sobre o caso Danielle Oliveira. - Portal de Notícias CE

Portal de Notícias CE

www.portaldenoticiasce.com.br



Última Hora

Divulgação topo

Divulgação 1 Matéria




TV Portal

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Poeta de Jaguaruana escreve cordel sobre o caso Danielle Oliveira.





O poeta, radialista e ator  Mateus de Jaguaruana, no vale do Jaguaribe  escreve um cordel sobre o caso Danielle Oliveira, crime que chocou a sociedade cearense, ocorrido no dia 24 de abril deste ano em Pedra Branca 



Luz chamada Daniele ,
Me permita escrever em Cordel.
O começo e o fim desta história:
De um homem corvade e cruel.
O autor do seu assassinato,
"Zé do Valério" nome exato,
Que nunca ganhará o céu .

Zé do Valério trabalhava
No sítio era zelador caseiro,
Para a família da universitária
Era homem honesto e verdadeiro.
Pois eles nunca ali pensava,
Que dentro de casa estava,
um criminoso vaqueiro.

Daniele jovem sonhadora
Universitária estudante,
Tinha uma loja na cidade
Com um futuro brilhante,
No sítio morava com os pais
Ajudava nos fazeres a mais ,
Da agricultura era amante.

Com o Zé do Valério!
No sítio ela convivia,
"Zé"sempre por perto estava,
Por Daniele tinha simpatia
E sem motivo ou questão,
Arma tucaia faz uma armação
No fim da tarde de um  dia .

Este dia foi 24 de abril,
Nesta referida data !
Jovem Daniele desaparece,
Sem deixar rasto na mata .
Em casa estava sozinha,
Nem uma maldade tinha,
Não fazeria brincadeira chata.

Ao voltar da cidade:
Seu pai não ver lhe  mais ,
Procurou em todas parte
No seu sítio em outros quintais.
Só a moto da filha estava,
Por onde Daniela andava
Tudo estava estranho demais.

Sem deixar uma explicação,
Daniela da casa desapareceu.
Deixou toda a família aflita,
E pergunta:Será o que aconteceu?
E nada do caseiro Zé do Valério,
Na noite começa o mistério,
E o dia 25 de abril amanheceu.

As buscas continuaram,
Por toda área e região,
A polícia já estava acionada
Juntamente com a população,
A jovem foi encontrada
Estava morta desamparada,
O Corpo foi localizado pelo seu irmão.

Com marcas de agressão,
Assim a Daniela foi encontrada,
Abalou toda Pedra Branca
Da forma que foi assinada,
E começou a investigação
"Zé" era a única opção:
Tinha sumido na noite passada.

Trabalho da perícia Forense,
Com base em tomografia,
Chegou a desenvolver imagem
Do Zé Valério da corvadia,
Cabeça raspada sem barba
Outra imagem chapéu com barba,
Assim a polícia sua imagem divulgaria.

Para a justiça do Ceará;
"Zé" já era um foragido,
Militante perigoso solto,
Estava na mata escondido,
Várias operações e caçadas
Na noite , dias e madrugadas,
Polícias procurava o Bandido.

Várias cidades da região,
Zé do Valério percorreu.
Durante toda sua fuga,
Dentro da mata sobreviveu.
Invadiu casas andou roubando
Comida e água sempre levando,
" Um cangaceiro em Zé nasceu".

Trocou tiros em sua fuga,
Com as volantes policial.
Se escondia dentro da mata,
Conhecedor da região e local.
Pela sua vida de vaqueiro,
Foi fácil encontrar paradeiro 
Deixando para trás nem sinal.

Percorreu quase 300  km,
Perseguindo por cidade.
De pedra Branca a independência,
Em Crateús não fez amizade,
Na cidade senador Pompeu,
Buritis dos montes aconteceu
Sua captura com facilidade.

Fim da saga chegava,
Zé com muita sede e fome.
No cercado de João Élias
Do sertanejo o seu nome.
Nele " Zé" veio a confiar:
Onde começou a conversar.
uma faca Élias  desamor o "homem".

Zé do Valério sem arma,
Os crimes ali conversou.
Que tinha matado duas mulheres
Élias Inteligente o escutou,
Depois Trousse água e comida
Colocou remédio na mexida,
Com DEOZEPAM "Zé" torto ficou.

Depois de dois dias 
Élias fez grande armação,
Trousse a polícia onde Zé tava
E foi dada a voz de prisão:
Em fuga de dois mês.
Um  agricultor camponês,
Num bandido colocou a mão.

 No " Piauí" foi capturado,
Transferido para o Ceará .
Com a ajuda de João Élias
Declamo aqui e declamo lá 
Que a justiça agora seja feita
"Zé na cadeia é uma fera besta
Um " psicopata" que vai mofá.

João  recebeu agradecimento,
gratificação e  ótima recompensa,
Da família da jovem Daniela
Passou no jornal e impressa,
"Você aliviou nossa grande dor".
Mãe de Daniele esclamor .
Que a justiça agora vença.

Poeta Mateus de Jaguaruana
Contato com o autor (88)99255.9736
E-mail mateuspoetadosaojose@gmail.com.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Divulgação Matéria 2


Páginas